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Deus
abençoe seu trabalho. Trabalhamos no ensino do método
Billings Agradeceremos que continue desenvolvendo temas a
respeito e relacionados com a família, criação etc. Uma
pergunta que nos fazem muitas vezes os casais que atendemos
é quantos filhos devem ter.
Cada matrimônio deve ter tantos filhos quantos, em
consciência formada e diante de Deus, considere que Deus
lhes quer mandar (sempre mantendo-se abertos à vida, em cada
um de seus atos conjugais).
Hoje em dia, inclusive do ponto de vista demográfico, são
cada vez mais necessárias as famílias numerosas,
contrariamente ao que diz a falsa propaganda alarmista e
tendenciosa. É muito útil, a respeito, ler o documento
preparado pelo Conselho Pontifício para a Família sobre “a
diminuição da fecundidade no mundo”.
O
Papa Pio XII dizia que as famílias numerosas são “as mais
abençoadas por Deus, prediletas e estimadas pela Igreja como
preciosos tesouros... Nos lares onde há sempre um berço que
se balança florescem espontaneamente as virtudes... A
família numerosa bem ordenada é quase um santuário
visível... são os viveiros mais esplêndidos do jardim da
Igreja em que, como em terreno favorável, floresce a alegria
e amadurece a santidade”.
Também o Concílio Vaticano II elogia os cônjuges que são
generosos na transmissão da vida: “Devem-se mencionar
especialmente entre os esposos que cumprem dessa maneira a
missão que Deus lhes confiou, aqueles que, de comum e
prudente acordo, acolhem, com alma grande, uma prole mais
numerosa para ser convenientemente educada”.
Uma
descendência numerosa é uma bênção para os próprios filhos
que são chamados à vida e à eternidade, para a Igreja que
cresce com seus filhos batizados e para a pátria. Por isso,
está provado que uma família que reúne uma numerosa
descendência e um autêntico espírito cristão é sempre um
lugar onde reina a alegria, apesar das dificuldades
materiais que possam passar.
Não
é supérfluo mencionar que muitas famílias numerosas foram
berço de Santos, como as famílias de São Francisco Xavier (6
irmãos e ele foi o último), São Bernardo (7 irmãos), Santa
Teresa de Lisieux (9 irmãs e ela foi a última), Santa Teresa
de Jesus (9 irmãos), São Luis Rei (10 irmãos), São Pio X (10
irmãos), São Roberto Belarmino (12 irmãos), Santo Inácio de
Loyola (13 irmãos), São Paulo da Cruz (16 irmãos), Santa
Catarina de Siena (25 irmãos e ela foi a penúltima).
A
Igreja, não obstante, reconhece que nas circunstâncias
atuais muitas vezes é difícil levar adiante uma família
numerosa. Mas nada há que temer e a confiança posta em Deus
é, como diz São Paulo, uma esperança que não frustra.
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