<%@ Page Language="C#" Debug="true"%> IVE Brasil
quem somos
Nosso Fundador
Texto de botón
Nosso Carisma
Finalidade
Escravidão Mariana
Apostolado
Espiritualidade
História
ramos
Nossas Constituições
Aprovação Canônica
Casas

 

Seminario

 

noviciado

 

Sem. Menor

 

paroquia
apologética
O Teologo Responde
escreva-nos
oracões
servidoras
ssvm

14. A Antiga Aliança se realiza e se completa na Nova Aliança

 

A ANTIGA ALIANÇA SE REALIZA E COMPLETA NA NOVA ALIANÇA

 

A Nova Aliança não destruiu à Antiga Aliança, mas sim a completou e cumpriu. A Igreja Católica vê a história da salvação da humanidade como uma ação de Deus completa e indissolúvel. Como católicos chegamos a ser filhos de Abraão, Isaac, Jacó e Moisés. Nossa liturgia tem muito em comum com a liturgia de nossos irmãos maiores na fé, o povo judeu. Por exemplo, não há nenhuma outra tradição cristã que apresente as Santas Escrituras em procissão ao começo de cada liturgia, elevando-a por sobre a congregação de fiéis. Entretanto nossos irmãos judeus o fazem precisamente assim. A tradição mais antiga, fundada por Jesus e seus apóstolos—ou seja, a Igreja Católica—é verdadeiramente a fé de Israel levada a sua completa realização.

         2 Coríntios 3, 2-3 - Nossa carta sois vós, carta escrita em nossos corações, reconhecida e lida por todos os homens. Evidentemente, sois uma carta de Cristo, entregue a nosso ministério, escrita não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, nos corações.

A Nova Aliança, o Novo Testamento de Deus, está vivo no coração da Igreja e não é um mero documento legal.

2 Coríntios 3, 7-9 — Ora, se o ministério da morte, gravado com letras a pedra, foi tão assinalado pela glória que os israelitas não podiam fixar os olhos no semblante de Moisés, por causa do fulgor que nele havia – fulgor, aliás, passageiro-, como não será ainda mais glorioso o ministério do Espírito? Na verdade, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais glorioso será o ministério da justiça.

Esta passagem faz referência ao Êxodo 34, 29-35, mostrando claramente que a Nova Aliança é ainda mais gloriosa que a Antiga Aliança.

Hebreus 8, 6-13 - Agora, porém, Cristo possui um ministério superior. Pois  é ele o Mediador de uma aliança bem melhor, cuja constituição se baseia em melhores promessas. De fato, se a primeira aliança fora sem defeito, não se trataria de substituí-la por uma segunda. Ele faz, com efeito, uma repreensão: Dias virão, diz o Senhor, nos quais concluirei com a casa de Israel e com a casa de Judá uma nova aliança. Não é como a aliança que fiz com  os pais deles, no dia em que os conduzi pela mão, para fazê-los sair da terra do Egito. Pois eles mesmos não mantiveram a minha aliança; por isso não me interessei por eles, diz o Senhor. Eis a aliança pela qual ficarei unido ao povo de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor: Colocarei minhas leis na sua mente, e as inscreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Ninguém mais ensinará o seu próximo, e nem o seu irmão, afirmando: "Conhece o senhor!" Porque todos hão de me conhecer, do menor até o maior. Porque terei misericórdia das suas faltas, e não me lembrarei mais dos seus pecados. Assim sendo, ao falar de nova aliança, tornou velha a primeira. Ora, o que se torna antigo e envelhece está prestes a desaparecer.

A Nova Aliança floresceu desde o tronco da Antiga Aliança e é por isso que frutificou. Entretanto, ambas as alianças são expressões do amor de Deus por seus filhos. Deus dispôs que a Antiga Aliança se realize plenamente em sua Nova Aliança, a Igreja.

Hebreus 9, 23-28 — Portanto, se as cópias das realidades celestes são purificadas com tais ritos, é preciso que as próprias realidades celestes sejam purificadas com sacrifícios bem melhores que estes! Cristo não entrou num santuário feito por mão humana, réplica do verdadeiro, e sim no próprio céu, a fim de comparecer, agora, diante da face de Deus a nosso favor. E não foi para oferecer-se a si mesmo muitas vezes, como o sumo sacerdote que entra no Santuário cada ano com sangue de outrem. Pois, se assim fosse, deveria ter sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas foi de uma vez por todas agora, no fim dos tempos, que ele se manifestou para abolir o pecado através do próprio sacrifício. E como é um fato que os homens devem morrer uma só vez, depois do que vem um julgamento, do mesmo modo, Cristo foi oferecido uma vez por todas Para tirar os pecados da multidão. Ele aparecerá uma segunda vez, com exclusão do pecado, àqueles que o esperam para a salvação.

A Antiga Aliança de Deus com seu povo encerra as promessas que devem cumprir-se ao chegar o tempo da Nova Aliança, isso é a "plenitude dos tempos", a oportunidade histórica em que Cristo se revela à humanidade na Encarnação do Filho de Deus. Deus quis que a Antiga Aliança "seja uma sombra" da Nova Aliança, prefigurando os dons da graça divina que se fazem disponíveis por meio do sacrifício de Cristo na Nova Aliança.

Hebreus 10, 1 — Possuindo apenas a sombra dos bens futuros, e não a expressão própria das realidades, a lei é totalmente incapaz, apesar dos mesmos sacrifícios sempre repetidos, oferecidos sem fim a cada ano, de levar à perfeição aqueles que deles participam.

As representações típicas do Antigo Testamento apontam às realidades do Novo Testamento

 

Voltar ao Índice